Uma mulher de 38 anos, trabalhadora de frigorífico, procura a APS com queixa de dor crônica em ombros e punhos, associada a parestesias e redução da força manual. Relata movimentos repetitivos, ritmo intenso de produção e pausas insuficientes. Após avaliação clínica, o médico considera a possibilidade de transtorno musculoesquelético relacionado ao trabalho. Qual a conduta mais adequada?