“Ainda hoje, o balé clássico segue um código de normas que, seja ele francês, italiano ou russo, não
perde a rigidez, chegando ao ponto de haver correções na angulação do rosto dos/as bailarinos/as.
Esses, pela hierarquia que aprenderam a obedecer desde muito cedo, permitem que modelem até mesmo seus rostos,
expressões e olhares, ressaltando assim o processo de homogeinização social.”
O balé clássico e a dança contemporânea na formação humana: caminhos para a emancipação. (Assumpção, A.C.R. 2003, p 4, Pensar a Prática 6: 1-19, Jul./Jun. 2002-2003)
“No balé clássico nos deparamos com a busca pela apropriação da técnica institucionalizada cujos significados e códigos refletem uma sociedade hierarquizada e autoritária. Sua proposta de trabalho é pautada na reprodução e repetição a fim de chegar a um movimento tecnicamente perfeito.
O balé clássico e a dança contemporânea na formação humana: caminhos para a emancipação. (Assumpção, A.C.R. 2003, p. 1, Pensar a Prática 6: 1-19, Jul./Jun. 2002-2003).
Assinale a alternativa que contraria as características do balé clássico.
O balé clássico e a dança contemporânea na formação humana: caminhos para a emancipação. (Assumpção, A.C.R. 2003, p 4, Pensar a Prática 6: 1-19, Jul./Jun. 2002-2003)
“No balé clássico nos deparamos com a busca pela apropriação da técnica institucionalizada cujos significados e códigos refletem uma sociedade hierarquizada e autoritária. Sua proposta de trabalho é pautada na reprodução e repetição a fim de chegar a um movimento tecnicamente perfeito.
O balé clássico e a dança contemporânea na formação humana: caminhos para a emancipação. (Assumpção, A.C.R. 2003, p. 1, Pensar a Prática 6: 1-19, Jul./Jun. 2002-2003).
Assinale a alternativa que contraria as características do balé clássico.