Joana, 58 anos, agricultora, comparece à Unidade Básica de Saúde com queixa de dor lombar há 8 meses, sem trauma desencadeante. Refere piora ao esforço, sem irradiação, e leve melhora com repouso. Já fez uso intermitente de anti-inflamatórios, com alívio temporário. Nega sintomas neurológicos, perda de peso ou febre. Durante a consulta, relata tristeza, dificuldade para dormir e que “a dor tirou seu ânimo de viver e trabalhar”.
Ao exame: bom estado geral, sem sinais de alarme, força e sensibilidade preservadas, leve contratura paravertebral lombar.
Considerando os princípios da APS e a abordagem da dor crônica lombar inespecífica, a conduta mais adequada é: