Homem, 52 anos, trabalhador rural do interior (área endêmica para Paracoccidioides), tabagista pesado, etilista social.
Há 10 meses: tosse crônica, dispneia progressiva, perda de 12 kg, sudorese noturna. Há 2 meses: lesões dolorosas em mucosa oral com sangramento fácil, disfagia e rouquidão. Há três semanas: tontura ao levantar-se, astenia marcada e hiperpigmentação difusa.
Exame físico: PA 90/55 mmHg, FC 112 bpm; Hiperpigmentação cutâneo-mucosa; Lesões ulcerovegetantes em gengiva/palato (“moriformes”); Crepitações difusas; Sem rigidez de nuca.
Exames laboratoriais: Na 126 mEq/L; K 5,9 mEq/L; glicemia 62 mg/dL; TC tórax: padrão fibrosante + micronódulos difusos; Exame direto de raspado de lesão oral: leveduras multibrotantes em “roda de leme” compatíveis com Paracoccidioides; HIV negativo.
A melhor estratégia terapêutica inicial é