Durante um plantão noturno em uma Unidade de Pronto Atendimento de classificação 24h, uma paciente com insuficiência respiratória aguda secundária à exacerbação de DPOC é admitida com saturação periférica de O₂ de 82%, rebaixamento do nível de consciência (GCS 10), uso de musculatura acessória e sinais de esforço ventilatório acentuado. O médico plantonista encontra-se em atendimento simultâneo a uma parada cardiorrespiratória em outra sala, e o acesso venoso periférico da paciente não foi ainda puncionado. O enfermeiro avançado, habilitado em suporte avançado de vida e integrante da equipe de resposta rápida, delibera quanto à conduta imediata. Considerando os limites da prática profissional, as diretrizes do Advanced Cardiovascular Life Support (ACLS), os dispositivos legais do COFEN, os critérios da Resolução nº 564/2017 (Código de Ética), e o debate sobre competência técnico-decisória em situaçõeslimite, qual deve ser a conduta mais eticamente defensável e juridicamente embasada?