Na definição sobre racismo, Eurico (2018) afirma que “(...) é
um fenômeno universal que, no caso do Brasil, incide
majoritariamente sobre a população negra e tem como uma
das formas mais eficazes de opressão a desqualificação de
tudo aquilo que remete a sua herança genética, cultural,
religiosa, a suas tradições e valores, quando estes colocam
em jogo a supremacia branca” (p. 520). Nessa acepção, a
autora reforça que a lógica de hierarquização de grupos
étnico-raciais é funcional aos interesses do capitalismo e
apreende a questão da branquitude como uma construção
sócio-histórica brasileira que identifica o “ser branco” como: