Uma mulher de 46 anos foi submetida a cirurgia bariátrica
(SIC) por obesidade grau III. Evoluiu com perda ponderal expressiva no último ano. Recentemente vem queixando-se de náuseas, vômitos pós-prandiais, distensão
abdominal e dor epigástrica recorrente, com piora após
as refeições. Refere como fatores de alívio da dor a permanência em decúbito lateral esquerdo ou em posição
genupeitoral. Nega febre ou outras alterações. Realizou
endoscopia digestiva alta, que descreveu estômago de
formato tubular com linha de grampeamento vertical pela
grande curvatura, sem áreas de estenose ou alterações
da mucosa duodenal (exame até a segunda porção). Um
estudo contrastado foi proposto e evidenciou uma área
de estreitamento abrupto ao nível da terceira porção
duodenal, com dilatação a montante. Realizou reeducação alimentar e apresentou ganho de peso de 10 kg nos
últimos dois meses, no entanto refere permanecerem os
sintomas.
Frente ao diagnóstico mais provável, qual é a conduta a ser adotada?
Frente ao diagnóstico mais provável, qual é a conduta a ser adotada?
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