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3862664 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FIOCRUZ
Orgão: FIOCRUZ
Um estudo científico recente buscou avaliar a exposição dérmica (DE) de trabalhadores agrícolas ao dimetoato em estudos in vitro e in vivo, considerando após 4 horas de aplicação rotineira em uma plantação de limão. O dimetoato foi dosado nas roupas dos trabalhadores, no estrato córneo (SC) e na saliva. Testes de permeação in vitro (PTIV) foram realizados em pele de rato, porco e humana e mucosas bucal, esofágica e sublingual de porco. A média do DE de dimetoato foi de 342,19 ± 487,14 mg/d, o percentual de dose tóxica por hora foi maior que os demais agrotóxicos e os fatores de penetração do SC variaram entre 0,5 e 14,81 e 0,05–53,96% para nuca e braços, respectivamente. No estudo de apoio do IVPT, a absorção de dimetoato através da pele humana foi de 14,75% e o valor padrão, na ausência de dados experimentais para este produto, é de 70%. Esses resultados mostram que na agricultura familiar a deficiência de vestimentas corretas durante a aplicação de agrotóxicos deixa os trabalhadores mais vulneráveis.
Fonte: de Andrade, A. R. B., de Carvalho, D. L., Kishishita, J., Pimenta, C. D. A. P., Souza, A. T. M., de Santana, D. P., & Leal, L. B. (2022). Dimethoate absorption: A complementary in vitro and in vivo assessment. Environmental Toxicology and Pharmacology, 95, 103961.

Sobre essa pesquisa:

I. o uso de orelha, língua, bochecha e esôfago de suínos obtidos de um frigorífico local não requer autorização do CEUA.

II. o uso in vitro de pele de ratos Wistar obtida de animais de biotério institucional não requer de autorização do CEUA.

III. dosar o dimetoato nas roupas dos trabalhadores não requer aprovação de CEP.


As afirmativas acima são, respectivamente:
 

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