Como resultado de pesquisa com experiências de aprendizagem colaborativa, Mendes, Almeida e Toyoda (2011) afirmam que
o diálogo e a exposição da maneira como cada pessoa pensa deixam-na fragilizada perante o grupo, e a defesa de seu ponto de vista não é ouvida.
os resultados positivos das crianças com deficiência interferem no planejamento dos professores, o que acaba favorecendo o nivelamento na turma da classe comum.
as melhorias no ensino, introduzidas para responder às necessidades educacionais particulares de alguns alunos, são circunscritas e não beneficiam os demais alunos.
a aprendizagem colaborativa permite um grau mais significativo de aprendizagem e reflexão do que qualquer indivíduo poderia fazer de forma isolada.
interações grupais, frequentemente de caráter homogêneo, são capazes de promover avanços no desenvolvimento da mesma forma que acontece quando o trabalho é realizado de modo independente.
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