Mulher de 26 anos, previamente hígida, comparece ao serviço com queixa de dor pélvica baixa, corrimento vaginal aquoso e sangramento vaginal pós-coital há 5 dias. Refere também febre (38,2 ºC), mal-estar geral, mialgia e disúria. Iniciou vida sexual com novo parceiro há cerca de 10 dias e nega episódios prévios semelhantes.
Ao exame ginecológico observa-se: colo uterino intensamente hiperemiado, friável, com múltiplas áreas puntiformes esbranquiçadas e erosões superficiais, algumas com aspecto vesicular; sangramento fácil ao toque; secreção cervical serossanguinolenta. Exame bimanual: discreta dor à mobilização do colo, sem sinais de doença inflamatória pélvica estabelecida. Exames laboratoriais: Hemograma: leucocitose discreta com linfocitose; PCR: elevada; Teste de Amplificação de Ácidos Nucleicos (NAAT) para Chlamydia trachomatis e Neisseria gonorrhoeae: negativos; Sorologia para sífilis e HIV: negativas; Urina tipo I: leucocitúria leve, urocultura negativa. Diante da suspeita clínica, optou-se por não aguardar demais exames laboratoriais solicitados para confirmação etiológica antes da conduta.
Diante do quadro clínico e dos achados laboratoriais, o tratamento mais adequado é