No campo da Psicologia Social Crítica,
compreende-se que a promoção do bem-estar
psíquico e social não pode ser dissociada da análise
das estruturas de desigualdade que atravessam os
sujeitos e suas comunidades. Essa vertente propõe
uma prática comprometida com a transformação social, denunciando as condições opressoras que
geram sofrimento e propondo ações que vão além da
clínica individualizada. O psicólogo, nesse sentido,
atua como agente político, problematizando a
naturalização da exclusão e ampliando os sentidos de
cidadania, saúde e subjetividade.