Homem de 40 anos procura atendimento na clínica da família com relato de “fraqueza no coração”,
“peso na cabeça” e sensação de “perda da energia vital”. Ele atribui esses sintomas a um trabalho
espiritual, mas não apresenta certeza delirante. Refere tristeza e prejuízo funcional importante. A família
busca, paralelamente, apoio religioso. Durante a consulta, o paciente demonstra dificuldade em
compreender explicações biomédicas e expressa receio de estigmatização. Considerando os princípios
do cuidado culturalmente competente, a conduta mais adequada do médico é: