De acordo com os aspectos semântico-pragmáticos no ensino contextualizado de Língua Portuguesa, destacam-se fenômenos como a pressuposição, que se diferencia da implicatura e de outros elementos inferenciais por:
Expressar conteúdos implícitos cuja interpretação depende exclusivamente de pistas contextuais imediatas, podendo ser cancelados pelo falante sem prejuízo da coerência.
Veicular informações assumidas como verdadeiras tanto pelo falante quanto pelo ouvinte, independentemente de estarem explicitadas, e que permanecem estáveis mesmo sob negação do enunciado.
Construir sentidos que emergem apenas da organização sintática da frase e da regência verbal, sem recorrer a inferências situacionais.
Indicar significados adicionais inferidos a partir de máximas conversacionais, sendo anuláveis conforme a intenção do falante.
Corresponder a efeitos de sentido que resultam exclusivamente da seleção vocabular e da polissemia lexical no texto.
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