Homem, 67 anos de idade, diabético e hipertenso, admitido
na UTI por pneumonia comunitária grave. Evolui com
necessidade de ventilação mecânica invasiva. Após 6 horas
de ressuscitação inicial recebeu 30 mL/kg de cristaloide
balanceado. Noradrenalina de 0,2 µg/kg/min, PAM de
64 mmHg, FC de 112 bpm, lactato de 5,1 → 4,8 mmol/L, PVC
de 11 mmHg, ScvO2 de 78%, ∆PP (variação da pressão de
pulso) de 6%. Ecocardiograma à beira-leito: FEVE de 40%, VTI
de 14 cm, sem dilatação importante de VD. Extremidades frias,
tempo de enchimento capilar prolongado (>4 s). Gasometria
com pH de 7,29, HCO3⁻ de 17 mEq/L e BE de -8.
Considerando os dados apresentados e a fisiopatologia do
choque séptico, a conduta mais adequada neste momento é