Em seu contexto histórico, crítico e social, O objeto de arte se projeta para o público, no meio e tempo em que está inserido. Ranciere, na obra “O espectador emancipado”, descreve a emancipação do espectador na contemporaneidade como sendo o embaralhamento da fronteira entre os que agem (o artista) e os que olham (espectador), entre indivíduos e membros de um corpo coletivo.
RANCIÈRE, Jacques. O espectador emancipado. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2012.
Nesse contexto, assinale a única alternativa que NÃO condiz com o pensamento de Rancière sobre a emancipação do espectador na contemporaneidade: