Uma paciente de 25 anos de idade, solteira, procurou a unidade básica de saúde após ter sofrido um episódio de violência física no trabalho. Na consulta, o médico realizou anamnese, coletou as informações necessárias para a notificação compulsória e encaminhou a paciente ao centro de atendimento especializado à vítima de violência. Ao ser atendida no serviço especializado, a paciente demonstrou preocupação com a aparência do rosto após a cicatrização das lesões, e o médico que a atendeu informou que o serviço público só tem recurso para atender às suas necessidades básicas de saúde e não a fatores estéticos.
O caso apresentado fere diretamente o princípio ou a diretriz da