Uma criança de 8 anos foi levada a consulta em uma unidade
básica de saúde com queixa de baixo rendimento escolar e
"apagões". Após colher a anamnese, e suspeitando de um
diagnóstico, o médico fez a manobra de hiperventilação. Durante
a manobra, a criança apresentou breves interrupções de
consciência: ela ficava ausente e estática por alguns segundos e,
em seguida, retornava ao ponto em que ocorrera a perda de
consciência. Esses episódios breves eram acompanhados de
discretos movimentos das pálpebras. Os pais relataram que esses
episódios ocorriam várias vezes ao dia, mas que, devido à sua
curta duração, tiveram dificuldade em observá-los. A paciente foi
tratada com sucesso pelo médico da UBS com medicação
antiepiléptica (etossuximida). No entanto, a mãe relatou a
ocorrência de um fenômeno estranho após o início da
medicação: a criança passou a ver coisas que não existiam e
acreditava nessas coisas que só ela via.
A melhor conduta frente a esse caso é:
A melhor conduta frente a esse caso é:
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Residência em Medicina - de Atuação/Psicoterapia
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