No seu ambulatório de clínica cirúrgica, você recebe uma senhora
de 68 anos, obesa, multípara com 4 gestações a termo, portadora
de doença pulmonar obstrutiva crônica, pois é ex-fumante de
20 cigarros por dia por mais de 30 anos. Ela refere dor
intermitente na região inferior do abdome, à direita, há cerca de
oito meses. Relata também piora aos esforços e durante
episódios de tosse, com melhora parcial em repouso. Não há
alteração do hábito intestinal ou sintomas infecciosos.
Ao exame físico, observa-se discreta assimetria da parede abdominal na transição entre o músculo reto e a musculatura lateral, abaixo da linha arqueada. A palpação revela tumoração profunda, dolorosa, pouco evidente em repouso e mais perceptível durante a manobra de Valsalva, sem sinais flogísticos ou peritonite.
Considerando o diagnóstico mais provável, a conduta mais adequada para o caso será
Ao exame físico, observa-se discreta assimetria da parede abdominal na transição entre o músculo reto e a musculatura lateral, abaixo da linha arqueada. A palpação revela tumoração profunda, dolorosa, pouco evidente em repouso e mais perceptível durante a manobra de Valsalva, sem sinais flogísticos ou peritonite.
Considerando o diagnóstico mais provável, a conduta mais adequada para o caso será
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