Mulher de 61 anos, com diagnóstico de artrite reumatoide há 18
meses, apresenta poliartrite simétrica de pequenas articulações,
fator reumatoide e anticorpos antipeptídeos citrulinados
positivos em altos títulos e erosões marginais em
metacarpofalângicas. Encontra-se em tratamento com
metotrexato 25 mg/semana por via subcutânea, associado a
ácido fólico, há 6 meses, com boa adesão e tolerabilidade.
Apesar da terapêutica, mantém 8 articulações dolorosas, 6
edemaciadas, proteína C reativa de 18 mg/L e DAS28 PCR
(Disease Activity Score 28 + Proteína C reativa) compatível com
alta atividade da doença. Apresenta hipertensão arterial
controlada, dislipidemia em tratamento e antecedente de
tabagismo de 35 anos maço, tendo interrompido o tabagismo há
3 anos. Não possui história de neoplasia, tromboembolismo
venoso ou insuficiência cardíaca. Pesquisa para tuberculose
latente e sorologias para hepatites B e C são negativas.
A paciente questiona especificamente sobre o uso de
upadacitinibe, após ter lido que os inibidores JAK apresentam
início rápido de ação e elevada eficácia no controle da artrite
reumatoide.
Considerando a estratégia tratar o alvo (treat to target), as recomendações contemporâneas da EULAR (European Alliance of Associations for Rheumatology) e as evidências recentes relativas à segurança dos inibidores de JAK, a conduta terapêutica mais apropriada é
Considerando a estratégia tratar o alvo (treat to target), as recomendações contemporâneas da EULAR (European Alliance of Associations for Rheumatology) e as evidências recentes relativas à segurança dos inibidores de JAK, a conduta terapêutica mais apropriada é
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