Uma mulher de 43 anos apresenta história de cefaleia diária há
mais de seis meses, descrita como opressiva e difusa, piorando ao
longo do dia. Relata episódios prévios de enxaqueca desde a
adolescência, mas, nos últimos meses, passou a utilizar dipirona e
ibuprofeno em pelo menos 20 dias do mês, sem melhora
significativa. Ao exame neurológico, não há alterações.
Sobre o caso descrito, a hipótese diagnóstica mais provável e a melhor conduta inicial são
Sobre o caso descrito, a hipótese diagnóstica mais provável e a melhor conduta inicial são
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Residência em Medicina - de Atuação/Hepatologia
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