No contexto de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), pacientes críticos estão particularmente expostos ao desenvolvimento da Síndrome do Imobilismo, com repercussões musculoesqueléticas, respiratórias, cutâneas e funcionais. Nesse cenário, a atuação do médico fisiatra é fundamental na elaboração de protocolos preventivos.
Considerando esse papel, a seguinte ação representa a principal contribuição do fisiatra na prevenção da Síndrome do Imobilismo nessa população: