Um adulto com infecção pelo vírus da imunodeficiência
humana, ainda sem terapia antirretroviral, apresenta cefaleia
progressiva, diplopia e lentificação. O antígeno criptocócico e
a cultura do líquido cefalorraquidiano são positivos, a pressão
de abertura está elevada e a flucitosina encontra-se
disponível. Qual é a conduta correta?