A família de uma paciente de 18 anos de idade, portadora de
beta-talassemia, está em programa de hipertransfusão. A
paciente tolera bem as transfusões, e não está alo-imunizada.
Mesmo assim, a família decide entrar na justiça para que a filha
passe a receber luspatercepte, que não está incorporado ao SUS.
Eles pedem ao médico-assistente que elabore um relatório,
explicando porque esse medicamento pode mudar o prognóstico
e a história natural da doença, e como a filha se beneficiaria
desta terapia.
De acordo com as evidências até agora disponíveis, o médico deve indicar, em seu relatório, que o luspatercepte
De acordo com as evidências até agora disponíveis, o médico deve indicar, em seu relatório, que o luspatercepte
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