A concepção contemporânea da Educação de
Jovens e Adultos, refletida nas diretrizes nacionais, supera a
visão meramente compensatória, que a entendia como
suplência da escolarização não realizada na idade própria, e
adota uma perspectiva equalizadora, que a posiciona como um
direito e uma modalidade que deve garantir condições de
igualdade no acesso e na permanência, considerando as
especificidades de seu público.