Uma mulher de 46 anos procura atendimento
ambulatorial devido à dor em queimação na região
epigástrica há aproximadamente três meses. Refere
piora dos sintomas em jejum e melhora parcial após as
refeições. Nega perda ponderal, vômitos persistentes,
disfagia, anemia conhecida ou história familiar de câncer
gástrico, ou seja, não possui sinais de alarme e fatores
de risco para neoplasia. Ao exame físico, apresenta dor
leve à palpação profunda do epigástrio, sem sinais de
irritação peritoneal. Considerando o quadro clínico
descrito, a conduta mais adequada é: