O que é proibido em uma guerra?
Apesar da violência, as guerras não são um
vale-tudo. Desde as Convenções de Genebra,
em 1949, há uma série de regras para uso de
armas, tratamento dos prisioneiros, feridos e
civis.
Há dezenas de proibições. Desde a
concepção das Convenções de Genebra em
1949, a comunidade internacional formalizou o
fato de que certas coisas estão vetadas em uma
guerra. Em, 1998, foi criado o Estatuto de Roma,
que entrou em vigor em 2002 e estabeleceu o
Tribunal Penal Internacional, que julga crimes de
guerra. Atualmente, 123 países são signatários
do Estatuto, incluindo o Brasil. Todas essas
instituições servem para assegurar o tratamento
humano em casos de conflito.
Os principais pontos das Convenções de
Genebra dizem respeito, principalmente, a três
coisas: o tratamento dos prisioneiros, o
tratamento dos doentes e feridos e o tratamento
dos civis.
É proibido usar armas biológicas, nucleares
ou químicas, ou armamentos capazes de causar
ferimentos desumanos. Bombas de barril são
proibidas, por exemplo, uma vez que causam
sofrimento desnecessário e desproporcional e
podem afetar tanto soldados quanto civis.
Também são consideradas ilegais armas
incendiárias, armas com fragmentos
indetectáveis e balas que se expandem ou se
achatam facilmente no interior do corpo.
Texto disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/o-que-e-proibido-numa-guerra/> Acesso em 05 de outubro de 2024.