Um homem de 52 anos chega ao pronto-atendimento com dor
abdominal intensa na região epigástrica, irradiando para região
dorsal, iniciada há cerca de 12 horas. Refere náuseas e vômitos.
Há histórico de etilismo e colelitíase conhecida.
Ao exame, apresenta pressão arterial 110/70 mmHg, frequência cardíaca 102 bpm, temperatura 37,8 ºC e sensibilidade marcada em epigástrio. Exames laboratoriais:
• Amilase: 480 U/L (valor de referência: < 100);
• Lipase: 650 U/L (valor de referência: < 60);
• PCR: 180 mg/L (valor de referência: < 5);
• Creatina: 1,2 mg/dL (valor de referência: 0,8 – 1,5 mg/dL).
Tomografia de abdome mostra aumento do pâncreas e líquido peripancreático, sem necrose evidente.
Dos critérios abaixo, assinale o que é considerado o principal fator de mau prognóstico na pancreatite aguda nesse caso.
Ao exame, apresenta pressão arterial 110/70 mmHg, frequência cardíaca 102 bpm, temperatura 37,8 ºC e sensibilidade marcada em epigástrio. Exames laboratoriais:
• Amilase: 480 U/L (valor de referência: < 100);
• Lipase: 650 U/L (valor de referência: < 60);
• PCR: 180 mg/L (valor de referência: < 5);
• Creatina: 1,2 mg/dL (valor de referência: 0,8 – 1,5 mg/dL).
Tomografia de abdome mostra aumento do pâncreas e líquido peripancreático, sem necrose evidente.
Dos critérios abaixo, assinale o que é considerado o principal fator de mau prognóstico na pancreatite aguda nesse caso.
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