Em uma UTI cirúrgica, vários pacientes submetidos a grandes cirurgias permanecem ventilados por períodos prolongados. A equipe de controle de infecção identificou que a higienização oral é realizada de forma irregular, variando conforme disponibilidade de tempo dos profissionais. Em alguns turnos, utiliza-se apenas gaze com soro fisiológico, enquanto em outros é empregado antisséptico bucal aquoso. Observou-se ainda que muitos profissionais não realizam aspiração de secreções supraglóticas, mesmo em tubos com essa funcionalidade. Durante visitas multidisciplinares, fisioterapeutas relataram que a equipe de enfermagem frequentemente manipula o circuito e realiza desconexões desnecessárias para posicionamento dos pacientes. Outro achado foi a ausência de protocolo estruturado para desmame ventilatório, resultando em longos períodos de ventilação mecânica.
Com base no Manual da ANVISA 2023 – Prevenção de PAVM, qual comprovado na redução da pneumonia associada à ventilação?