Paciente de 68 anos, ex-tabagista, portador de hipertensão arterial e infarto prévio de parede anterior há 6 anos, é acompanhado em ambulatório de cardiologia. Apresenta dispneia progressiva aos esforços há 12 meses, atualmente para atividades leves (NYHA III). Refere ortopneia e episódios de dispneia paroxística noturna. Nega angina atual.
Ao exame físico: PA: 108 × 70 mmHg, FC: 78 bpm, ritmo regular, estertores crepitantes em bases pulmonares, turgência jugular 2+/4, edema maleolar bilateral 2+/4.
Exames complementares recentes:
Ecocardiograma: fração de ejeção do VE: 28%, VE dilatado, disfunção sistólica difusa, valvas sem alterações significativas.
Laboratório: creatinina: 1,2 mg/dL, K+: 4,5 mEq/L, BNP: 1.850 pg/mL.
Medicações atuais: carvedilol 25 mg 12/12 h, enalapril 10 mg 12/12 h, furosemida 40 mg/dia.
Qual é o próximo passo terapêutico mais adequado para otimizar o tratamento desse paciente?