Mulher de 34 anos, previamente hígida, procura o pronto atendimento com dor em hipogástrio iniciada há 10 horas, associada a náuseas e piora progressiva. Ao exame físico, apresenta dor à palpação profunda no quadrante inferior direito. O teste de gravidez é negativo. O serviço não dispõe de ultrassom imediato, e a tomografia com contraste está indisponível devido à pane no injetor. É realizada TC sem contraste, que mostra:
• apêndice de 10 mm, tubular e não colapsado;
• espessamento parietal;
• densificação da gordura adjacente.
Segundo as evidências disponíveis para avaliação de dor abdominal aguda, qual é a conduta mais adequada?
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Médico - Radiologia e Diagnóstico por Imagem
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