Durante uma auditoria de boas práticas em um hospital geral de alta complexidade, a equipe de Controle de Infecção Hospitalar observa que diversos setores apresentam inconsistências no processo de preparo da pele para inserção de cateter venoso central (CVC). Em um dos setores, o enfermeiro responsável relata que, devido ao grande fluxo de pacientes instáveis, é frequente a realização de inserções rápidas, sem garantir o tempo correto de secagem do antisséptico antes da punção, apesar de usar solução alcoólica de clorexidina. Em outra unidade, o álcool 70% é utilizado rotineiramente em substituição à clorexidina alcoólica, por falta de reposição de materiais. Durante a análise dos protocolos institucionais, nota-se ainda que a equipe não utiliza barreira estéril máxima em procedimentos realizados em áreas de emergência, pois “o ambiente é dinâmico demais para isso”.
Considerando as recomendações do Manual da ANVISA 2023 – Medidas de Prevenção de Infecções da Corrente Sanguínea, qual conduta mais adequada e prioritária deve ser implementada para reduzir o risco de ICS associada à inserção de CVC?