Ana, 30 anos, inicia terapia relatando ansiedade em
relacionamentos. Durante as sessões, ela começa a tratar o
terapeuta como se ele fosse a mãe autoritária de sua
infância: chega atrasada cronicamente, justifica-se com
medo de repreensões e, ao receber uma interpretação
neutra, explode em raiva, acusando-o de "nunca entender
nada, como minha mãe". Considerando a teoria
psicanalítica, assinalar a alternativa que apresenta
CORRETAMENTE o fenômeno descrito.