Em uma turma do ensino médio, uma professora de química decidiu trabalhar a leitura e a interpretação de rótulos de alimentos industrializados como eixo de uma sequência didática. Ao planejar a atividade, ela considerou as seguintes possibilidades metodológicas:
I aplicar um instrumento diagnóstico inicial para mapear os conhecimentos prévios dos estudantes sobre composição química e leitura de informações nutricionais;
II solicitar que os estudantes identifiquem, nos rótulos, termos técnicos como “conservante”, “emulsificante”, “antioxidante”, relacionando-os a propriedades químicas e funções orgânicas;
III organizar a atividade como uma pesquisa orientada, na qual os grupos formulem hipóteses sobre os efeitos de determinados aditivos e confrontem essas hipóteses com fontes científicas;
IV avaliar os alunos por meio de uma prova objetiva ao final da sequência, focando na memorização dos cálculos, nomenclaturas e definições químicas dos ingredientes;
V solicitar que os estudantes elaborem um relatório argumentativo discutindo como o conhecimento químico influencia escolhas de consumo e decisões responsáveis.
Nessa situação hipotética, as possibilidades metodológicas que se correlacionam com os pressupostos da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para a área de ciências da natureza e suas tecnologias são apenas aquelas descritas nos itens