A gestação impõe alterações hemodinâmicas
que favorecem estados de hipercoagulabilidade,
tornando a mulher mais suscetível a eventos
tromboembólicos, sobretudo no terceiro trimestre.
Diante de um quadro clínico sugestivo de
tromboembolismo pulmonar (TEP) em gestante de 34
semanas, com dor torácica súbita, taquicardia, dispneia
e dessaturação, qual deve ser a conduta inicial da
enfermagem conforme os protocolos de urgência
obstétrica?