Mulher de 42 anos apresenta dispneia, que piorou gradualmente nos últimos 6 meses. Ela tem uma tosse leve e não produtiva. O histórico é relevante para esclerose sistêmica (esclerodermia), mas o espessamento da pele tem se mantido estável nos últimos anos. Ela controla a síndrome de Raynaud com anlodipino e o refluxo esofágico com omeprazol. Não há doença renal nem hipertensão. Ao exame físico: frequência respiratória: 22 irpm; saturação de oxigênio em repouso é de 92%; a pele do rosto, tronco e abdome é espessa e endurecida; o exame pulmonar revela estertores leves do tipo “velcro” nas bases bilaterais; não há turgência venosa jugular; o exame cardíaco é normal. A radiografia do tórax mostra aumento das marcas intersticiais pulmonares e tamanho normal do coração. Considerando a principal hipótese diagnóstica, constitui o próximo exame complementar de maior relevância na avaliação da dispneia dessa paciente: