A vacina contra a Febre Amarela, que utiliza vírus
vivo atenuado da cepa 17D, é recomendada
principalmente em contextos de risco epidemiológico
ou surtos, sendo contraindicada em campanhas
regulares de vacinação universal fora de áreas
endêmicas, uma vez que sua administração frequente
pode, teoricamente, exercer pressão seletiva sobre o
vírus selvagem, contribuindo para o surgimento de
variantes mais resistentes.