Um estudo feito por Reis et al. (2024) demonstrou que profissionais da voz, como professores, cantores e teleatendentes, apresentam alta prevalência de sintomas decorrentes do uso intensivo da voz, incluindo fadiga vocal. Esta realidade intensificou pesquisas e diretrizes clínicas publicadas para discutir o uso da fotobiomodulação (FBM) como recurso tecnológico potencialmente aplicável à habilitação e reabilitação vocal, considerando seus possíveis efeitos fisiológicos, bem como as limitações metodológicas ainda existentes.
Fonte: REIS, A.S.B.F.et al. Fadiga vocal de professores brasileiros da rede pública: prevalência e autorreferência. Audiol Commun Res., v. 29, e2933, p. 1-8,2024.
Essas discussões enfatizam princípios amplamente reconhecidos na área da voz, como o caráter multifatorial das disfonias, a centralidade da terapia vocal comportamental, a necessidade de formação específica para o uso de dispositivos terapêuticos e a prudência diante de condições vocais complexas.
Com base nesses princípios, é CORRETO afirmar que: