A história do tratamento do HIV passou por diversas fases, desde
tratamentos com fármacos únicos, que resultaram em muitas
falhas terapêuticas, passando por tratamentos combinados com
alta frequência de efeitos adversos e baixa eficácia, chegando
finalmente à tratamentos combinados altamente eficazes, que
permitiram o controle adequado da doença na população
infectada pelo vírus, usualmente baseados no uso de pelo menos
três fármacos. Atualmente, o esquema preferencial recomendado
no Brasil está baseado no uso de Tenofovir, Lamivudina e
Dolutegravir. Com o desenvolvimento de novos antirretrovirais de
alta eficácia, no entanto, paradigmas quanto à necessidade de três
medicamentos ativos para o tratamento do HIV foram quebrados
e, atualmente, é disponível no Brasil a terapia dupla para a
infecção, que apresenta como grande vantagem a diminuição dos
efeitos adversos e menor interação medicamentosa.
Segundo orientação do Ministério da Saúde do Brasil, admitida a história de boa adesão e a ausência de falha terapêutica prévia, assinale a opção que mostra o grupo com indicação de uso de terapia dupla com dolutegravir/lamivudina.
Segundo orientação do Ministério da Saúde do Brasil, admitida a história de boa adesão e a ausência de falha terapêutica prévia, assinale a opção que mostra o grupo com indicação de uso de terapia dupla com dolutegravir/lamivudina.