Mulher idosa de 78 anos, dependente funcional, é atendida na APS com equimoses em diferentes estágios de cicatrização. Nega agressões, mas o acompanhante responde às perguntas de forma evasiva. Não há risco iminente de morte. Segundo a legislação brasileira e a prática ética em saúde, qual é a conduta correta diante do caso?