Em estudo populacional, observa-se aumento da prevalência de obesidade em adolescentes brasileiros, especialmente em áreas urbanas. Diante do exposto, o fator epidemiológico que mais contribui para esse cenário é:
Redução da atividade física, aumento do consumo de alimentos ultraprocessados e influência de ambientes obesogênicos.
Maior acesso a consultas médicas preventivas, que paradoxalmente aumentam diagnóstico de obesidade.
Expansão de programas de alimentação escolar saudável, que reduzem prevalência.
Redução da urbanização e acesso limitado à tecnologia, que aumentam obesidade.
Aumento da prevalência de doenças infecciosas, que favorecem ganho de peso.
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