A atuação do tradutor-intérprete de Libras em contextos atravessados por interseccionalidades — como gênero, raça, classe, sexualidade e deficiência — exige do profissional uma escuta atenta aos marcadores sociais e às múltiplas formas de enunciação subalternizadas. À luz das contribuições de Kimberlé Crenshaw, Judith Butler, Jorge Larrosa e Carlos Skliar, qual alternativa expressa uma abordagem crítica e epistêmica adequada a esse cenário?