Homem de 62 anos, internado em UTI por sepse abdominal, evolui com insuficiência respiratória
aguda. Submetido à ventilação não invasiva com FiO₂ elevada, apresenta-se com SpO₂ 90%, taquipneico
e com uso de musculatura acessória. Está consciente e colaborativo, porém progressivamente fatigado.
Não há sinais de via aérea difícil à avaliação inicial. A equipe decide por intubação orotraqueal e,
considerando o manejo das vias aéreas em pacientes críticos hipoxêmicos, a conduta mais adequada
nesse caso inclui: