Uma criança de 4 anos, previamente diagnosticada com asma, foi levada a um serviço de emergência apresentando dispneia progressiva, tosse persistente e sibilos difusos há 24 horas. Ao exame físico, a criança encontrava-se prostrada, com dificuldade para falar frases completas, tiragens subcostais e intercostais acentuadas, gemência, batimento das asas nasais, cianose perioral, saturação de O₂ de 88% em ar ambiente, frequência cardíaca de 190 bpm, frequência respiratória de 58 irpm e tempo expiratório prolongado com murmúrio vesicular globalmente diminuído, indicando fadiga respiratória iminente.
Foram administradas doses repetidas de salbutamol via espaçador, oxigenoterapia suplementar e prednisolona oral 2 mg/kg, mas a criança permaneceu hipoxêmica, com taquipneia importante e sinais de exaustão muscular respiratória.
Segundo as diretrizes GINA 2025, a conduta mais apropriada nesse momento é
Foram administradas doses repetidas de salbutamol via espaçador, oxigenoterapia suplementar e prednisolona oral 2 mg/kg, mas a criança permaneceu hipoxêmica, com taquipneia importante e sinais de exaustão muscular respiratória.
Segundo as diretrizes GINA 2025, a conduta mais apropriada nesse momento é
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