A psicoterapia de grupo, especialmente em
contextos hospitalares, oferece um espaço
privilegiado para a troca de experiências,
identificação mútua, construção coletiva de
significados e elaboração de angústias diante do
adoecimento. Contudo, sua eficácia é limitada à
medida em que os grupos tendem a gerar fusão
emocional, diluindo a singularidade dos participantes
e reforçando padrões de dependência grupal.