Paciente, 45 anos, admitido no pronto-socorro após relatar náuseas intensas, vômitos, dor epigástrica e visão
turva (“visão de névoa”) nas últimas 12 horas, após
ingesta de bebida alcoólica em um bar em São Paulo. Ao
exame físico: PA: 110 × 70 mmHg; FC: 98 bpm.
Agitado, queixa de dor em epigastro, sem sinais de hepatomegalia ou icterícia.
Fundo de olho: pupilas midriáticas, sem reflexo fotomotor preservado.
Sem alterações focais neurológicas evidentes.
Exames laboratoriais:
Gasometria arterial: pH: 7,12; PaCO₂: 24 mmHg | HCO₃⁻: 8 mEq/L; Anion gap: elevado.
Etanol plasmático = 0,5 g/L (nível baixo).
Diante do aumento epidemiológico no Brasil, qual a abordagem terapêutica nesse caso?
Agitado, queixa de dor em epigastro, sem sinais de hepatomegalia ou icterícia.
Fundo de olho: pupilas midriáticas, sem reflexo fotomotor preservado.
Sem alterações focais neurológicas evidentes.
Exames laboratoriais:
Gasometria arterial: pH: 7,12; PaCO₂: 24 mmHg | HCO₃⁻: 8 mEq/L; Anion gap: elevado.
Etanol plasmático = 0,5 g/L (nível baixo).
Diante do aumento epidemiológico no Brasil, qual a abordagem terapêutica nesse caso?
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