Paciente, sexo feminino, 52 anos, queixa-se, há 4 meses, de
cefaleia localizada na região frontal, de intensidade moderada,
associada a episódios de náuseas e, mais recentemente, crises
convulsivas e alterações de memória.
Ao exame físico e neurológico, apresentou leve paresia facial central à direita e sinais de hipertensão intracraniana. Foi realizada tomografia computadorizada de crânio, que revelou imagem hiperdensa localizada na convexidade frontoparietal esquerda, com base ampla em contato com a dura-máter e discreta hiperdensidade periférica compatível com edema vasogênico. Foi sugerido o complemento com ressonância magnética, que confirmou a lesão extra-axial com contornos bem definidos, isointensa a hipointensa em T1 e discretamente hiperintensa em T2, com realce intenso e homogêneo pelo contraste, associada ao sinal da “cauda dural”. Não havia restrição à difusão e o edema perilesional comprimia discretamente o parênquima cerebral adjacente.
Os achados clínicos e de imagem são altamente sugestivos de
Ao exame físico e neurológico, apresentou leve paresia facial central à direita e sinais de hipertensão intracraniana. Foi realizada tomografia computadorizada de crânio, que revelou imagem hiperdensa localizada na convexidade frontoparietal esquerda, com base ampla em contato com a dura-máter e discreta hiperdensidade periférica compatível com edema vasogênico. Foi sugerido o complemento com ressonância magnética, que confirmou a lesão extra-axial com contornos bem definidos, isointensa a hipointensa em T1 e discretamente hiperintensa em T2, com realce intenso e homogêneo pelo contraste, associada ao sinal da “cauda dural”. Não havia restrição à difusão e o edema perilesional comprimia discretamente o parênquima cerebral adjacente.
Os achados clínicos e de imagem são altamente sugestivos de
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