Do lixo ao luxo: catadora que brilhou na literatura chega à Sapucaí
No ano em que o Rio é a Capital Mundial do Livro, honraria que se estende até abril de 2026, a Unidos da Tijuca entra na Passarela do Samba de páginas abertas. A azul e amarela vai levar para a Sapucaí o enredo Carolina Maria de Jesus, uma homenagem à escritora negra mineira (1914-1977) que viveu boa parte da vida em São Paulo, sustentando três filhos como catadora de papel – matéria-prima da obra que a fez conhecida no mundo. Era em sujos cadernos encontrados no lixo que ela narrava o cotidiano da favela e a realidade de fome e preconceito racial que vivia.
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