A monitorização invasiva da pressão intracraniana (PIC) em pacientes com traumatismo cranioencefálico grave constitui ferramenta fundamental para a prevenção de deterioração neurológica secundária à hipertensão intracraniana sustentada (HIC), que compromete a complacência cerebral, o fluxo sanguíneo cerebral (FSC) e a autorregulação hemodinâmica. Com base nas diretrizes da Brain Trauma Foundation e na fisiologia da pressão de perfusão cerebral (PPC), qual proposição traduz conduta válida diante de elevação persistente da PIC acima de 22 mmHg após falência das medidas convencionais de primeira linha?