Uma mulher de 58 anos, viúva há quatro meses, apresenta queixa de fadiga persistente, desorganização da rotina, abandono de atividades de lazer e dificuldade em realizar tarefas domésticas que antes eram compartilhadas com o cônjuge falecido. Não há sinais de transtorno mental grave. Considerando a atuação do terapeuta ocupacional, qual intervenção é mais coerente com o manejo do luto e dos sintomas associados?