Após desabamentos e enchentes sucessivas em um município, vários pacientes são levados ao Hospital Estadual. Devido à alta demanda, a unidade de TRS teve sua capacidade reduzida, restando apenas uma máquina disponível para início imediato de hemodiálise. O nefrologista avaliou 18 pacientes e diagnosticou insuficiência renal aguda (IRA) em 5 que apresentavam indicação formal de diálise:
• Paciente A: 25 anos, vítima de trauma abdominal, estável, com sangramento controlado, anúria há 8 horas, K = 6,0 mEq/L.
• Paciente B: 69 anos, DPOC e ICC classe III, confuso, K = 5,8 mEq/L, diurese residual.
• Paciente C: 42 anos, oligossintomático, ficou soterrado, creatinina 6,0 mg/dl, K = 5,5 mEq/L, estável hemodinamicamente.
• Paciente D: 24 anos, sem comorbidades, choque hipovolêmico reversível, anúria há 12 horas, K = 7,0 mEq/L, acidose metabólica grave (pH 7,00).
• Paciente E: 78 anos, sepse grave, hipotenso, múltiplas comorbidades, dependente de noradrenalina, sem diurese há 24 horas.
Seguindo o princípio da equidade e as recomendações clínicas e éticas vigentes, qual seria o primeiro paciente a fazer hemodiálise e qual seria o último, respectivamente?